“Aquele pescoço, aquele jeito, aquela virada, aquele som naquela tarde, “basta um instante”… O mito não é nada sem o detalhe. É o detalhe que constitui o mito, que o acende, que o alimenta. É somente o detalhe que transcende a si mesmo ao encarnar, a um só tempo, todo o sutil enredo mitológico e toda a realidade cotidiana do casal.”
Voltaremos em breve.
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